Japão · Julho de 2026

Takayama com crianças

Três noites nos Alpes Japoneses, nossa primeira experiência em um ryokan e um bate-volta inesquecível a Shirakawa-go.

DestinoTakayama
QuandoJulho de 2026
Crianças9 e 4 anos
Estadia3 noites

Takayama foi uma mudança completa de ritmo. Nos Alpes Japoneses, encontramos uma cidade menor, agradável para caminhar e bem mais fresca do que Tóquio e Kyoto. Três noites foram adequadas para conhecer a cidade e fazer um bate-volta a Shirakawa-go.

Família passeando junto ao rio em Takayama
Takayama trouxe uma escala menor e outro ritmo para a viagem.

A logística das malas

Chegamos de Kyoto com apenas parte da bagagem. As malas maiores foram enviadas diretamente para Sapporo pelo serviço Yamato Takkyubin. Isso facilitou muito o trecho de trem e a caminhada até o ryokan, a poucos metros da estação de Takayama.

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Oyado Koto no Yume: nossa experiência em um ryokan

Nossa hospedagem · três noites

Oyado Koto no Yume

Escolhemos o Oyado Koto no Yume porque queríamos viver a experiência de um ryokan e ter uma localização prática. Da estação é possível chegar caminhando, mesmo com algumas malas.

O quarto era muito confortável para esse tipo de hospedagem. Dormimos em camas e colchões normais, não em futons. Usar yukata nas áreas do ryokan foi divertido para toda a família, e o onsen, com sua água bem quente, conquistou principalmente os meninos.

Criança usando yukata no ryokan em Takayama
Vestir o yukata fez parte da experiência desde a chegada.

O atendimento foi excepcional. Fomos recebidos por uma senhora muito gentil, que acreditamos ser a proprietária, falava inglês muito bem e nos acompanhou até o quarto. Toda a equipe demonstrava enorme atenção aos detalhes.

Na recepção há um armário de vidro com presentes deixados por hóspedes de diversos países. Vimos lembranças da Bulgária, Austrália, Espanha, Nova Zelândia, Alemanha, Coreia e também do Brasil. Se soubéssemos antes, teríamos levado algo para deixar ali.

O café da manhã

Não jantamos no ryokan, mas o café da manhã foi um dos pontos altos. Eu e minha esposa escolhemos a opção japonesa, com peixe fresco grelhado, sopa e outros pequenos pratos. Os meninos preferiram a versão ocidental. Tudo era muito fresco e preparado com grande cuidado.

O ryokan em vídeoMostramos o quarto, os yukatas e outros detalhes no Instagram @omundonamala.oficial.
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Dinheiro e restaurantes com crianças

No dia da chegada, já no fim da tarde, saímos com muita fome. Entramos em cerca de seis restaurantes até conseguir uma mesa. Alguns aceitavam apenas dinheiro — e havíamos levado pouco em espécie. Outros permitiam fumar e, por isso, não admitiam menores de 20 anos.

Antes de escolher o restauranteConfirme se o local aceita cartão e se crianças podem entrar. Nem sempre encontramos essas informações claramente no Google Maps, e o aviso de proibição a menores podia ser apenas um pequeno adesivo na entrada.

Carne Hida: uma surpresa da viagem

Em Takayama provamos a famosa carne Hida num yakiniku. Foi também onde Mathias, que até então não comia carne, experimentou ribeye pela primeira vez e adorou. Depois, quis repetir até os espetinhos vendidos na rua.

Shirakawa-go a partir de Takayama

Fizemos o bate-volta de ônibus, numa viagem confortável. Shirakawa-go parece uma pequena cidade do interior do Japão, com casas gasshō-zukuri e telhados de palha muito espessos e inclinados, construídos para suportar a neve intensa do inverno.

Foi interessante caminhar pela vila e observar de perto uma arquitetura tão ligada ao clima e à vida da região. Para as crianças, o passeio também funcionou muito bem.

Quantos dias ficar?

Três noites foram suficientes para conhecer Takayama, aproveitar o ryokan e visitar Shirakawa-go sem correr. A localização perto da estação e o envio antecipado das malas tornaram a logística especialmente simples.

Voltaria?

Takayama é um lugar que recomendamos muito. Talvez não voltássemos apenas porque ainda temos uma lista enorme de destinos novos para conhecer. Não é falta de vontade: se não fosse esse desejo de descobrir outros lugares, certamente retornaríamos.